segunda-feira, 29 de junho de 2009

TEXTOS PRODUZIDOS NA OFICINA 7 - TP4

PROPOSTA DE PRODUÇÃO
A partir dos textos produzidos oralmente (depoimentos/memória) por colegas cursistas durante a oficina sobre:
1. Experiência bem sucedida na formação de leitores;
2. "Como me tornei leitor";
3. "As festas de minha infância."
Produzam um texto escrito, em dupla, de modo que um seja o escriba (aspecto da alfabetização) e o outro o que "ditará" - construirá oralmente (aspecto do letramento) o texto a ser registrado.

SUGESTÃO DE GÊNEROS POSSÍVEIS

1. Narrativo (história);
2. Notícia;
3. Entrevista;
4. Poesia;
5. Epistolar
* Carta
* Bilhete
* Convite

DIVULGAÇÃO
Os textos serão expostos no auditório da REN.

TEXTO 1
GÊNERO: Narrativa / Memória

UM LEILÃO

Numa certa cidade, uma certa menina sem conhecimento de compra e venda, entrou num leilão sem saber. Achava legal as pessoas levantarem os braços. e sem saber, danou-se a levantar os seus também, só porque achava legal. Daí eles compraram um bocado de coisas, arrematando sem saber. Seu pai teve de pagar as coisas compradas por ela: galinha assada, bolo, livros, etc.
Hoje ela conta essa história aos risos. O fato hoje é muito ilário porque lembra a infância. Quanto ela era ingênua, tanto no conhecimento quanto nas atitudes.

Adauto Amorin
Maria do Carmo Almeida


TEXTO 2
GÊNERO: Relato Narrativo

Em uma cidadezinha do interior de Minas Gerais, na época de JK, a família do senhor João Maria, devoto de Nossa Senhora de Fátima foi a uma quermece na paróquia da cidade. Lá havia muitos pratos típicos da região e um animado leilão.
Chegando à festa, dona Maria das Dores e seus oito filhos ficaram empolgados, seu João Maria e a filha caçula foram participar do leilão. Enquanto o leiloeiro falava os lances, sem o pai perceber, a filha erguia a mão sem entender o que estava acontecendo, por que via outras pessoas fazerem este gesto.
Ao final do leilão o pai teve que arrematar quase todas as prendas porque o leiloeiro entendeu que o gesto da filha era aprovado pelo pai.

Maurílio Pereira de Souza
Manjori Simoni Procópio


TEXTO 3
GÊNERO: Poético

Um dia uma garota
muito alegre e animada
foi a uma festa da igreja
onde o povo foi leiloar.

Ela não sabia
a diferença de vender e comprar
todo mundo levantava a mão
para dar o lance e comprar.

Ela também levantou a mão
para vender e comprar
já que não sabia
o que significava o vender e comprar

Na festa leiloou
galinha assada, bolo e canjica
como era uma criança
e não tinha com que pagar
foi o seu pai, que teve que pagar.

Essa história foi contada
no encontro do GESTAR
compartilhada com os colegas
pela professora Rosimar.

Marcilene S. Correia
Rozeli de S. Barcelos.


TEXTO 4
GÊNERO:

Era uma vez uma menininha que nunca tinha ido a cidade e não tinha noção de quase nada.
Um dia aconteceu um leilão em sua casa, como ela achava interessante "arrematar leilões" sem saber o que era, ficou toda animada.
Como em outras festas todas as pessoas se voltavam para alguém que levantava o braço, a menina ficava encantada com esse gesto. Quando chegou o dia do leilão:
__ Doli uma, ... doli duas... doli três... a menina sempre levantava as mãos.
Resultado:
De tanto levantar os braços o pai teve que arrematar os prêmios e imagine que a menina levou um bom puxão de orelha!

Claudenice e Célia.


TEXTO 5
GÊNERO: Poético

O leilão

Mariazinha e sua família
foram à festa de São João
viajaram muitas léguas
com grande empolgação.

mas a pobre da menina
nunca saíra do grotão
sua vida lá na roça
era simples... mas
com muita invenção.

E quando chegou à festa
com grande emoção
curiosa começou a ouvir
o famoso leilão.

Sem saber o que era comprar
logo levantou a mão
para arrematar o leilão
sem saber que estava
causando grande confusão.

O pai daquela menina
levantou muito assustado
tendo que pagar
pelo preço do pecado.
Óh coitada!
Quem manda não ser letrada.

Júlia e Rosimar


TEXTO 6
GÊNERO: Convite

Convidamos os cursistas do Gestar II de Língua Portuguesa a prestigiarem a poetisa Geovana de Oliveira reconhecida mundialmente pela sua expressividade. A mesma homenageará a sua grande incentivadora "professora Sônia". Sua presença é indispensável.

Local: REN - Seduc
Dia 30/05/09
Às 18:00 h


TEXTO 7
GÊNERO: Narrativa / memória

GOSTO PELA LEITURA

Certo manhã, quando fazia o serviço da casa e arrumando a cama dos meus pais, que levanto o travesseiro me deparei com um livro... na realidade não era um livro grande, mas sim um livreto ou bolso livro. peguei-o, vi o nome. Amor Proibido e com curiosidade comecei a ler e ler, ler e ler, pois a história era muito envolvente. A partir deste momento comecei a me interessar pela leitura, todos os livros que meu pai lia eu queria ler. Depois de algum tempo li muitos romances, que os adolescentes da minha época não gostavam. E foi assim que surgiu o meu gosto pela leitura.


Josiane e Roseli.


TEXTO 8
GÊNERO: Convite

ARRAIA DO PÉ DA SERRA!

DATA: 23/06/2009
LOCAL: Escola Presidente Médici
HORÁRIO: 20:00 horas

"Vai ter forró, bebidas, comidas típicas, bingo, barracas de pescaria e correio elegante."

NÃO PERCAM!

Alessandra Cebóbia
Elaine M. Bittencourt


TEXTO 9
GÊNERO: Convite

GRANDIOSO FLASHBACK

Festas Juninas da Escola Presidente Médici. Toda a comunidade da escola já está incendiando.
Mantenha acesa a chama. Participe.


Creunice
Bosco
Eribaldo


TEXTO 10
GÊNERO: Convite

GRANDIOSA FESTA JUNINA


Venha acender seu fogo!!!!

Escola Presidente Médici

23/24 de junho 2009.

Creunice
Bosco
Eribaldo

TRECHOS DE MEMORIAIS DOS CURSISTAS

¢“Percebe-se que o papel do educador ainda é fundamental na formação do educando.”
¢“Durante o desenvolvimento das unidades I e II confesso que foram momentos de muito trabalho para conseguir realizar as tarefas propostas ... Embora os conteúdos possa fazer parte do cotidiano e os trabalhos serem muito bons”.
¢“... mas o que mais me chamou a atenção foi o relato de uma professora sobre o ‘Avançando na Prática’. A professora em questão escolheu trabalhar o poema de Carlos Drummond de Andrade “Cidadezinha Qualquer”. A empolgação da professora no relato me fez ver a empolgação dos alunos para esta aprendizagem”.
¢“A turma que eu escolhi, é uma sala de alunos repetentes ou com muita dificuldade. Escolhi essa turma por esses motivos, acreditei que algo novo e diferente fosse mudar um pouco o interesse da sala”.
¢“Impossível ler estas unidades sem ... Evocar sentimentos vivenciados tanto com a leitura e escrita na minha vivência pessoal e escolar. Como não sentir um nó na garganta diante de um texto como o de patativa do Assaré e de Paulo Freire...”“Percebo que é gratificante esta aplicação dos estudos em sala de aula, porém, o tempo é curto, mas proponho estar trabalhando à medida do possível”.

¢“Segui as sugestões preparei uma aula dinâmica, na qual os alunos trabalharam e divertiram bastante com as palavras selecionadas para estudo... Vestimos a rigor e como a escola é pequena convidamos as outras salas para assistir. Foi excelente, porque a forma trabalhada mexeu com o humor da garotada que se empolgaram muito e entenderam que a língua falada não é estática e sofre variações no tempo, no espaço e faz parte da construção da história de um povo”.
¢“No final da aula, pedi que eles lessem as gírias que escreveram e explicassem o seu significado, foi muito divertido!”

quinta-feira, 25 de junho de 2009

REALIZADA COM A SEGUNDA TURMA A OFICINA 8, PRESIDENTE MÉDICI

Quarenta minutos me separa da conclusão da oitava oficina com a segunda turma de cursistas que fazem o Gestar II em Presidente Médici.
O grupo de hoje é maior e ganhamos reforços importantes: algumas cursistas que não puderam vir na oficina anterior retornaram hoje. Uma professora de um distrito deste município nos privilegiou com sua vinda ao Gestar, acreditamos ter mais uma cursista. A equipe de de Alvorada do Oeste - formadoras de Língua Portuguesa, a do município e a do estado e a Coordenadora , participou conosco, o que nos proporcionou apoio e credibilidade na formação continuada como perspectiva de romper barreiras, dificuldades, distâncias em busca do crescer coletivamente. A dimensão do conhecimento é mostrado nessas atitudes. Realmente é muito mais importante termos fome, do que termos comida em abundância sem a vontade de comê-la.

Como da primeira turma, privilegiei dois momentos que julgo importantíssimos nesse trabalho que são a Socialização do Avançando na Prática e a atividade que desenvolvemos na oficina. A cada novo encontro é possível perceber o quão significativo tem se tornado o desenvolvimento dessa atividade pelos professores com seus alunos. Esse é o caminho para geração de autonomia que tanto almejamos para os nossos cursistas. O mais difícil continua sendo terminar a oficina, pois a sensação de que precisaríamos de mais umas quatro horas sempre fica... mas também isso é importante.
É preciso que continuemos sentindo fome para que ninguém de fora do processo se ache no direito de dizer que devemos buscar conhecimentos nos apoiando nos movimentos coletivos de prática pedagógica através das formações continuadas, porque há uma lei que nos obriga a isso. Um educador jamais precisa se apoiar em subterfúgios para realizar aquilo que lhe é de direito. Mesmo que leve um tempo para alguns mais do que para outros, todos nós somos capazes de desenvolver essa percepção. Isso é tão importante que não pode ser criado num passe de mágica, é preciso aprender caminhando... E assim estamos costruindo nosso caminho.

Por Francisca Elizabeth dos Santos Alves, Formadora de Língua Portuguesa em Presidente Médici.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

OITAVA OFICINA REALIZADA - 1ª TURMA


Há uma hora encerrei minha oitava oficina com a Primeira Turma referente às unidades 15 e 16 do TP 4 - Leitura e Processos de Escrita I. Adorei a oficina, o desempenho de meus cursistas. São professores e Coordenadores, eu diria, sem medo, FANTÁSTICOS. Se envolveram de tal maneira nas atividades propostas que superaram e muito minhas expectativas. A socilaização do Avançando na Prática ganhou hoje um olhar especial. Coloquei-o como a primeira parte da oficina intencionalmente e em acordo com os cursistas para exatamente dar-lhes o tratamento que tanto merece: um tempo maior para os depoimentos das atividades desenvolvidas em sala de aula que, certamente, é a parte mais substancial desse programa. Se me permitem, eu diria que esse aspecto não foi tão rico no Gestar I. O Gestar II sistematiza essa ação de forma eficientíssima.


Os assuntos dessas unidades, apesar de termos falados deles no decorrer de todos os TPs, ganhou neste um tratamento adequadíssimo (perceberam meus superlativos hoje). Efeito satisfação. A atividade proposta ao final da oficina, eu a reforcei com uma atividade de leitura voltado para a busca da "Estrutura do Texto", proposta da Unidade 15. Usei como texto para o desenvolvimento da atividade de Leitura um trecho do Documento proposto pelo MEC, "Indagações Curriculares", cujo estudo está prestes a acontecer nas escolas deste município. A minha intenção foi a de unir trabalho de leitura com textos significativos nos contextos escolares de meus cursistas. Essa ideia vai de encontro a proposta para sala de aula, de os professores de Língua Portuguesa estarem trabalhando em suas aulas textos de outras disciplinas a fim de aproximar o desenvolvimento de habilidades leitoras em seus alunos através de textos de seu cotidiano. Gosto muito dessa ideia desde que a vi defendida nos PCN's. A unidade 15 também defendeu a proposta ao trazer um texto da disciplina de História para análise. Adorei aquilo.

Na próxima quinta-feira estarei realizando a mesma oficina com outra turma e tenho certeza que será tão satisfatória quanto essa. Breve postarei textos e outras atividades desenvolvidas nestas oficinas.
Por Francisca Elizabeth dos Santos Alves, Formadora de Língua Portuguesa.

domingo, 21 de junho de 2009

Blog do Gestar em Médici: SEMANA FORMAÇÃO EM PORTO VELHO - TEXTO DO GRUPO

Blog do Gestar em Médici: SEMANA FORMAÇÃO EM PORTO VELHO - TEXTO DO GRUPO

SEMANA FORMAÇÃO EM PORTO VELHO - TEXTO DO GRUPO

TRABALHOS REALIZADOS PELO GRUPO:

1. Isabel Cristina

2. Rosa Maria

3. Francisca Elizabeth

4. Vilma Muniz

5. Mônica Maria

6. Aneliza Veloso

7. Elaine Cristina

TEXTO 1

GÊNERO: Poético

Carimbó

Amâncio do Jaleco Branco

baixo, madrugando, trabalhando, ensinando, sonhando

Grancinha do Madeira

meia altura, limpando, servindo, sorrindo, se embelezando

Maurício do Terno Rosa

alto, observando, pescando, comendo, dançando

Amâncio do Jaleco Branco. Gracinha do Madeira.

Amâncio do Jaleco Branco - Gracinha do Madeira

Amâncio do Jaleco Branco Gracinha do Madeira

Amâncio do Madeira Gracinha do Jaleco Branco.

Maurício do Terno Rosa. Gracinha do Madeira.

Maurício do Terno Rosa - Gracinha do Madeira

Maurício do Terno Rosa Gracinha do Madeira

Maurício do Madeira Gracinha do Terno Rosa

Amâncio do Jaleco Branco. Gracinha do Madeira. Maurício do Terno Rosa.

Amâncio do Jaleco Branco - Gracinha do Madeira - Maurício do Terno Rosa.

Amâncio do Jaleco Branco Gracinha do Madeira Maurício do Terno Rosa

Amâncio do Terno Rosa Gracinha do Madeira Maurício do Jaleco Branco

Amâncio do Terno Rosa Maurício do Jaleco Branco

Amâncio do Madeira Gracinha do Jaleco Rosa Maurício do Jaleco Branco.

Gracinha do Madeira

sem graça

agraciada.

Amâncio Madrugando

Maurício Pescando

Gracinha Cuidando.

TEXTO 2

GÊNERO: Conto

Encontro nas águas amazônicas

Numa linda tarde ensolarada, o único lugar para Grácio refugiar de seus pensamentos conflitantes - suas eternas inquietações pela sua paternidade - era a beira do rio.

O silêncio, o tempo azul, o movimento da linha, a espuma, até o arranco e o rasgão abrandam a sua angústia.

Naquele dia, porém, Grácio esperava encontrar uma resposta e sabia que ali nas águas um enígma o atraía, mas ele não entendia o porquê do chamado.

Sem expectativas, lança o anzol, sente um fisgar diferente subitamente abre a água e o que vê lhe é inacreditável. o peixe ali na sua frente não só parece, é o seu próprio rosto.

Então seriam verdadeiras as histórias que lhe contavam desde pequeno?

TEXTO 3

GÊNERO: Anúncio

Imperdível

vende-se uma casa em lugar tranquilo, com dosi pavimentos, parcialmente reformada. Arborizada com enorme jardim, com revestimento de pedras em uma parede lateral. Garagem, sala de estar, sala de jantar, cozinha, escritório, lavabo, suíte revestida em mármore, dois quartos e closet. Preço a combinar. Aceita-se financiamento da caixa.

TEXTO 4

GÊNERO: Conversação (oral)

__ É você, Lombardi?! Não, não! O Lombardi está aí. Hai, hai!!

__ Quem quer ... quer dizer ... quem sabe de quem é o cadáver encontrado à margem da lagoa Rodrigues de Freitas?

__ ?

__ Quem quer dinheiro?? Quem quer dinheiro??

__ Eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, euuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu?!!!

__ Quemmmmm eu vou chamar, quemmmmm eu vou chamar????? Quem sabe, quem sabe de quem é o cadáver?!!! Você, você aí de blusa laranja, a morena, a morena.

__ Eu, Sílvio???!!!

__ Você mesma, veio em qual caravana, minha filha?

__ Da Rodrigues de Freitas.

__ Então vai ganhar os 50,,00 reias. De quem é o cadáver??? De quem é o cadáver??? Não sabe, não sabe?? Sai prá lá!! Sai prá lá!!! Diga aí, Lombardi. O Lombardi também não sabe.!!!

__ Roda, roda, roda. Roda, roda, roda. Roda, roda, roda, rodôôôôôôôôô!!!!!!

__ O prêmio está acumulado para o próximo domingo.

TEXTO 5

GÊNERO: Epistolar (carta)

Victúprio de Trás os Montes, 02 de abril de 2009.

Caro amigo, Procópio

Estou te escrevendo hoje, porque se fosse ontem você não acreditaria.

Quero mais uma vez melhor explicar as falácias as quais estive exposto nos últimos dias, ou melhor, as consequências que delas me vieram.

Fiquei de fato vituperado ao receber a resposta da carta que lhe enviei. É ignóbil a maneira como me entenderam naquele episódio perfunctório que relatei. Nos últimos meses, venho enfrentando uma verdadeira defenestração em minha vida. Confesso que pensei em uxoricídio. Procurei um especialista e o diagnóstico, você não faz ideia: apoplexia aguda. Tenho vivido à base de sibilinos. Chego a tomar três cápsulas ao dia. Meu maior medo é o efeito colateral - o risco de ficar muxuango.

Mas acho que estou melhorando, pois já consegui me abrir com você através desta carta. Obrigado por me ouvir.

Um grande abraço de seu amigo Ugulino, o humilde hermeneuta.

TEXTO 6

GÊNERO: Poético

REVERSO

Oh! Perfunctório. Perfeito ser deslumbrante

Sedutora luz no meu destino

vituperado no momento vibrante

conhecê-lo no soar do sino.

Falácia! Não, não acredito

o ignóbil tentou nos afastar

mas, Sibilino, não seja maldito

Hermeneuta existe para aproximar.

Fique, meu muxuango, não vá

Provarei minha fiel inocência

Fique, vida minha, não sou má.

O uxoricídio mostrará a apoplexia

De uma defenestração fatal

Devido a uma simples acrobacia.