sexta-feira, 4 de setembro de 2009
DÉCIMA OFICINA REALIZADA EM PRESIDENTE MÉDICI
Com esse questionamento e muitos outros, propusemos a reflexão em torno destes conceitos na oficina que realizamos com nossos professores e coordenadores pedagógicos. Vale esclarecer que ao destacarem-se os elementos coesivos, não os tomamos como únicos responsáveis pela coerência dos textos. Eles tem, sim, um papel relevante, porém devem e estão agregados a outros fatores contextuais tão importantes quanto eles próprios para a lógica dos textos. Lógica aqui entendida como o fator que legitima uma unidade lingüística em texto. AS RELAÇÕES LÓGICAS DO TEXTO proposta na discussão da unidade 20 garantiu o equilíbrio deste dueto, coesão e coerência, que apesar de didaticamente separados, na prática sabemos não tê-los assim.
MINHAS IMPRESSÕES DA OFICINA
Devo dizer inicialmente que, ao concluir os trabalhos, alguns cursistas me perguntaram se teria, para esta oficina, uma recuperação. Entende, leitor, o significado dessa pergunta? Pois bem, não teria eu atingido os objetivos a que me propus? Talvez. Mas prefiro entendê-la, a pergunta, como uma sinalização da importância do estudo desses conceitos entre nós, professores de Língua Portuguesa. Acho que nenhuma oficina ainda tinha ficado tão forte a sensação de que “aquilo que dá trabalho”, pode ser, na maioria das vezes, o que dá prazer. Foi essa a sensação de todos nós durante e ao terminar a oficina sobre esse tema.
Aqui pude retomar vários conceitos que já havíamos trabalhado e tocar em questões pertinentes ao trabalho com a linguagem em sala de aula. A base de toda essa discussão retoma concepções da lingüística textual, da análise e reflexão sobre a língua, da importância da situação sociocomunicativa para o sentido do texto. Pensar na estruturação da oficina foi muito importante para conseguir o resultado que obtive. Para ser mais clara, anexarei, a seguir, parte da estratégia utilizada na oficina e, concomitante, tecerei minhas observações.
PARA RETOMAR O CONTEÚDO DO CADERNO
1. O QUE ENTENDO POR COESÃO TEXTUAL?
2. O QUE JÁ SABIA ANTES DA LEITURA DESSE MATERIAL?
3. O QUE PASSEI A SABER DEPOIS DESSA LEITURA?
4. COMO DEVO ABORDAR ESTE TEMA EM SALA DE AULA?
5. EM QUE SÉRIE/ANO ESTE CONTEÚDO DEVE SER ABORDADO?
6. O QUE REALMENTE MEU ALUNO PRECISA SABER?
7. PODE UM TEXTO SE FAZER COMO TAL SEM COESÃO TEXTUAL?
8. PODE UM TEXTO SE FAZER COMO TAL SEM COERÊNCIA TEXTUAL?
9. COMO ESTÃO SENDO MEDIDOS OS CONHECIMENTOS DE NOSSOS ALUNOS SOBRE ESTE CONTEÚDO NAS AVALIAÇÕES EXTERNAS?
10. COMO ESTÃO OS TEXTOS QUE PRODUZO EM RELAÇÃO A COESÃO TEXTUAL?
11. POR QUE, GERALMENTE, COESÃO E COERÊNCIA SÃO CONTEÚDOS TRATADOS LADO A LADO?
12. QUAIS CONCEITOS/CONTEÚDOS ESTÃO ENVOLVIDOS NO DE COESÃO TEXTUAL?
Para cada pergunta, uma importante discussão abriu-se, o que favoreceu muito o andamento e o entendimento dos conceitos aqui abordados. Veja que não estou dizendo tê-los elucidados completamente, na verdade, muitas outras dúvidas foram criadas a partir dessas discussões, mas dúvidas boas, instigantes, provocadoras, geradoras de novos questionamentos... a ponto de ser solicitado a chamada “recuperação” que de nada tem do tradicional conceito.
COMO ESTÃO SENDO MEDIDOS OS CONHECIMENTOS DE NOSSOS ALUNOS SOBRE ESTE CONTEÚDO NAS AVALIAÇÕES EXTERNAS?
Para ajudar na discussão desta pergunta, elaborei um quadro constando as habilidades (descritores) de algumas avaliações externas (Diagnóstica do Gestar I e Gestar II e Prova Brasil) sobre coesão e coerência textual. Aqui também uma outra pergunta, de certa forma foi respondida - EM QUE SÉRIE/ANO ESTES CONTEÚDOS DEVEM SER ABORDADOS?- pois através dessas avaliações já podemos ver que conhecimentos referentes a esses conceitos já são esperados de alunos dos primeiros anos das séries iniciais. E como conseqüência, um outro questionamento vem à tona: Por que textos de nossos alunos, já no ensino médio, apresentam problemas relacionados a coerência e coesão, se desde sempre abordamos (ou deveríamos abordar) esses conteúdos em sala? Sem uma resposta definitiva, longe de tal pretensão, inferimos que talvez esse fato esteja relacionado à forma como abordamos esses conteúdos com eles, ou seja, trata-se de refletirmos e repensarmos o tratamento didático a eles dispensados.
TEXTOS GERADORES DAS ATIVIDADES DA OFICINA
Para cada texto, uma abordagem reflexiva a fim da construção de importantes conceitos de coesão e coerência. (Organizados em duplas,os cursistas).
TEXTO 1
1. Leia o texto, se possível, buscando inferir o seu significado. (Tempo: de 3 a 5 minutos).
O Brasil (Descrição Física e política)
_____________________maior do que_________ menor do que os__________ país______ porque, ___________________________ que não _________________-se ____________________ absolutamente ________: a primeira, a segunda e a terceira. _______________ consideravelmente mais altas que ___________________ sempre acima_______________________ entre as _____________________ do país, mas a mais ________________________________________ exclusivamente __ cultivo ______________ enquanto _____________criação de gado._________________________ elemento humano, sendo que ______________ no país ____ sem ________________________________________________ sobretudo____________ sem _____________________________________________________________________________ o país ___________________________ que ______ acima, ____, porém, _________________ do que ________ que _________ seu _______________________ que, ________seus __________________________________________ no mundo inteiro. ______________ enfim ______________ que __________________________________________________________ que _______________________________________ para _________ tudo __ que já ______________industrializável __ para ________, tudo __ que __ vendável.________ também não _________ essa ________ exclusivamente __________ Quanto ________________________ geralmente entre ___________.__, enfim, o país _________, sendo que este se_____________a cada dia que passa.
2. Da mesma forma, leia agora esse outro texto, antes vire o primeiro que receberam, e se possível, infira o seu sentido. (Tempo: 3 a 5 minutos).
TEXTO 2
O Brasil (Descrição Física e política)
O Brasil é um país ____________os menores e __________os maiores. É um ____grande, _______, medida sua extensão, verifica-se ____é pequeno. Divide-__ em três zonas climatéricas ___________distintas:________________________. As montanhas são ______________________________as planícies, estando _________do nível do mar. Há muitas diferenças _______várias regiões geográficas ____________importante é a principal. Na agricultura, faz-se _______________o _________de produtos vegetais, _________a pecuária especializa-se na__________. A população é toda baseada no __________________as pessoas não nascidas ________são, ____exceção, estrangeiras. Na indústria, fabricam-se produtos industriais, _______iguais e semelhantes, _____deixar-se de lado os diferentes. No campo da exploração dos minérios ______tem uma posição só inferior aos ____estão acima, sendo, _____, muito maior produtor ______todos os países ____não atingiram o ____nível. Pode-se mesmo dizer_____, excetuando-se seus concorrentes, é o único produtor de minérios____________. Tão privilegiada é ________a situação do país, que os cientistas procuram apenas descobrir o ____não foi descoberto, deixando ____a indústria, tudo o ___já foi aprovado como ___________e ______o comércio, tudo o que é__________. Na arte __________há ciência, reservando-se ____atividade ____________aos artistas. ________aos escritores, são recrutados geralmente entre os intelectuais. É, _______, o país do futuro, _____________se aproxima a cada dia ______passa.
PERGUNTA: Qual dos dois textos vocês conseguiram melhores inferências?
RESPOSTA ESPERADA E RECEBIDA: o segundo.
CONCLUSÃO: as palavras e conectores, ao se relacionarem a favor da construção de um texto, nesta perspectiva, os elementos coesivos estão a serviço das palavras (aqui tomadas como os substantivos, adjetivos e verbos).
3. Agora leiam o texto seguinte buscando ampliar as inferências que fizeram nos outros dois primeiros.
TEXTO 3
O Brasil (Descrição Física e política)
O Brasil é um país maior do que os menores e menor do que os maiores. É um país grande, porque, medida sua extensão, verifica-se que não é pequeno. Divide-se em três zonas climatéricas absolutamente distintas: a primeira, a segunda e a terceira. As montanhas são consideravelmente mais altas que as planícies, estando sempre acima do nível do mar. Há muitas diferenças entre as várias regiões geográficas do país, mas a mais importante é a principal. Na agricultura, faz-se exclusivamente o cultivo de produtos vegetais, enquanto a pecuária especializa-se na criação de gado. A população é toda baseada no elemento humano, sendo que as pessoas não nascidas no país são, sem exceção, estrangeiras. Na indústria, fabricam-se produtos industriais, sobretudo iguais e semelhantes, sem deixar-se de lado os diferentes. No campo da exploração dos minérios o país tem uma posição só inferior aos que estão acima, sendo, porém, muito maior produtor do que todos os países que não atingiram o seu nível. Pode-se mesmo dizer que, excetuando-se seus concorrentes, é o único produtor de minérios no mundo inteiro. Tão privilegiada é hoje, enfim a situação do país, que os cientistas procuram apenas descobrir o que não foi descoberto, deixando para a indústria, tudo o que já foi aprovado como industrializável e para o comércio, tudo o que é vendável. Na arte também não há ciência, reservando-se essa atividade exclusivamente aos artistas. Quanto aos escritores, são recrutados geralmente entre os intelectuais. É, enfim, o país do futuro, sendo que este se aproxima a cada dia que passa.
PERGUNTA: considerando que um texto informativo é aquele que de fato informa, no sentido de levar ao conhecimento do leitor algo que até então desconhecia ou ampliar o conhecimento daquilo que já conhecia um pouco, o texto que acabou de ler pode ser considerado realmente um texto?
RESPOSTAS: sob esse ponto de vista, não, uma vez que todas as supostas informações contidas nele são óbvias, não acrescentam nenhuma nova informação.
PERGUNTA: mas ainda assim, o que poderíamos considerar a mais que tornasse essa estrutura linguística num texto, de fato?
4. Agora observem o mesmo texto em sua configuração original (ou próxima a isso), seu suporte, autoria, enfim, suas condições de produção (situação sociocomunicativa).
TEXTO 4
(Para este texto, não consegui a postagem original como deveria ser. Na configuração original, ele se apresenta em letra cursiva, folha de caderno ilustrando um possível texto de aluno nas chamadas Redações Escolares.)
O Brasil (Descrição Física e política)
O Brasil é um país maior do que os menores e menor do que os maiores. É um país grande, porque, medida sua extensão, verifica-se que não é pequeno. Divide-se em três zonas climatéricas absolutamente distintas: a primeira, a segunda e a terceira. As montanhas são consideravelmente mais altas que as planícies, estando sempre acima do nível do mar. Há muitas diferenças entre as várias regiões geográficas do país, mas a mais importante é a principal. Na agricultura, faz-se exclusivamente o cultivo de produtos vegetais, enquanto a pecuária especializa-se na criação de gado. A população é toda baseada no elemento humano, sendo que as pessoas não nascidas no país são, sem exceção, estrangeiras. Na indústria, fabricam-se produtos industriais, sobretudo iguais e semelhantes, sem deixar-se de lado os diferentes. No campo da exploração dos minérios o país tem uma posição só inferior aos que estão acima, sendo, porém, muito maior produtor do que todos os países que não atingiram o seu nível. Pode-se mesmo dizer que, excetuando-se seus concorrentes, é o único produtor de minérios no mundo inteiro. Tão privilegiada é hoje, enfim a situação do país, que os cientistas procuram apenas descobrir o que não foi descoberto, deixando para a indústria, tudo o que já foi aprovado como industrializável e para o comércio, tudo o que é vendável. Na arte também não há ciência, reservando-se essa atividade exclusivamente aos artistas. Quanto aos escritores, são recrutados geralmente entre os intelectuais. É, enfim, o país do futuro, sendo que este se aproxima a cada dia que passa.
MILLÔR
PERGUNTA: qual a finalidade desse texto, agora considerando também o seu contexto?
RESPOSTAS: é um texto irônico, dado seu propósito crítico e humorístico ao mesmo tempo, e, evidentemente, considerando seu autor, conhecido como humorista. Essa relação contextualiza a finalidade do texto em questão, tornando assim possível o sentido (coerência) que buscávamos e não encontrávamos nas situações anteriores.
CONCLUSÃO: a utilização de elementos coesivos e de outros recursos e estruturas convencionais da língua não dão conta, por si só, da lógica do texto. Em muitos casos, é preciso buscar no contexto o que garantirá finalmente a coerência textual.
TEXTO 5
5. Estabeleçam a lógica desse texto enumerando-o:
Uma história sem pé nem cabeça!
( ) Marília era bem pequena,
( ) que a cômoda no quarto da
( ) colo e deixava que os tocasse
( ) os vidros de perfume, a caixa
( ) onde acendiam velas se
( ) quando descobriu o Mar. Não
( ) Dona Beatriz ria ao vê-la na
( ) anos tinha, mas lembrava-se
( ) faltava luz à noite
( ) com os dedinhos grossos. A
( ) ponta dos pés, querendo alcançar
( ) conseguia se lembrar quantos
( ) Tudo o que havia sobre a
( ) mãe mostrava os porta-retratos,
( ) de jóias (com margaridas pintadas
( ) mãe era mais alta que ela.
( ) cômoda parecia precioso, intocável.
( ) na tampa) o castiçal prateado
( ) os objetos. Pegava Marília no
( ) ─ Mamãe, deixa eu ver lá em cima!
RIOS, Rosana. Marília, Mar e ilha. Editora Estação Liberdade.
REFLEXÃO: Através das diferentes organizações feitas pelas duplas, foi possível observar que os recursos da língua oferecem mais de uma maneira de dar sentido a um texto, mas que todas elas obedecem a uma lógica necessária a essa coerência.
CONSIDERAÇÕES FINAIS: outras atividades foram propostas, não postarei todas aqui, importa dizer que garantiram uma proveitosa discussão e consolidado aprendizado sobre esses conceitos tão presentes no nosso dia a dia de trabalhadores da linguagem. Farei apenas alusão a sugestão que fiz aos cursistas para a introdução do conteúdo de coesão textual a qualquer turma de alunos, independente do ano/série.
SUGESTÃO APRESENTADA
PRIMEIRA SITUAÇÃO
1. Leve para a sala de aula canos de PVC e conecções usados em encanamentos;
2. Simule uma situação para os alunos em que os canos representem as palavras (substantivos, adjetivos, verbos) – pode até escrever ou colar palavras nesses canos - e as conecções representem os elementos coesivos (conjunções, preposições, advérbios, pronomes, etc.);
3. Construa um pequeno texto com esse material, sempre deixando claro a relação ali estabelecida na qual as palavras (canos) sejam vistas como a parte substancial do texto, mas que precisa de conectivos (conecçãos ali representando os elementos coesivos) para ligá-las, ajudando a construir assim o sentido do texto.
4. Ao final, o resultado deverá ser um pequeno texto construído a partir das palavras e elementos coesivos colados ou escritos nos canos e conecções e uma pequena encanação simbolizando uma situação real de encanamento de uma casa.
5. Não se esqueça de relacionar as palavras COESÃO / CONECÇÃO.
SEGUNDA SITUAÇÃO
1. Leve para a sala de aula pedaços de tecidos, linha e agulha;
2. Os tecidos representam as palavras (substantivos, adjetivos, verbos) e a linha representa os elementos coesivos;
3. A agulha representa o lápis ou caneta e quem costura é o produtor do texto;
4. A relação estabelecida nessa situação deve levar à seguinte reflexão: assim como, ao costurar uma peça de roupa, a costureira ou costureiro precisa de tecido, da agulha, linha, tesoura, etc., assim também o autor de um texto trabalha com as palavras (ali representadas pelos tecidos), de conectivos para ligar suas idéias (ali representadas pela linha), e claro, do cuidado e reparos necessários ao escrever seu texto, ou ao costurar essa peça (ali simbolizada pela agulha, tesoura, movimentos cuidadosos desse (a) costureiro (a)/escritor).
5. Ao final, é possível obter um texto montado a partir do trabalho de costura desses pedaços de tecido. Uma poesia, por exemplo, é uma boa sugestão. Veja essa.
COLCHA DE RETALHOS...
Tantos pedaços de pano
que ao costurar desprezamos...
vão se espalhando pelo chão
parecem sem vida ou forma
tanto pano espalhado
um colorido "sem fim"
apenas pedaços de panos
panos de ti e de mim...
Alguns às vezes por engano
não são reutilizados, ignoramos...
vão se amontoando na lixeira do porão
outros se "condicionam"
nova vida, nova forma
tanto pano "remendado"
um colorido sem fim...
o que eram apenas pedaços
aquecem você junto a mim...
Tantos pedaços de pano
que ao costurar desprezamos...
TERCEIRA SITUAÇÃO
1. Leve para a sala de aula tijolos, cimento,argamassa, colher de pedreiro (exagero? Não é não, tudo pela língua);
2. Mostre aos alunos que aqueles materiais e objetos representam respectivamente: tijolos (as palavras – substantivos, verbos, adjetivos), o cimento (os elementos conectores da língua – conjunções, preposições, pronomes, etc.). Veja que numa situação como esta não tem necessidade de usar esses termos, o importante são os significados que os alunos vão construindo a partir dessas relações que você, como professor, vai possibilitando ao interagir com eles; o trabalho que o pedreiro realiza com a argamassa e a colher de pedreiro representa a leitura e releitura do texto pré-escrito pelo seu autor, que no primeiro momento de escrita (rascunho, esboço) assim como o pedreiro em sua construção, não precisou se importar tanto com as arestas dos tijolos, no texto, com os “erros” ortográficos, repetições, concordâncias entre outros, mas que na etapa de acabamento (construção) e edição (texto), esse olhar cuidadoso volta-se para aquele objeto em construção a fim de se obter o melhor resultado possível para aquele momento, mesmo que provisório, pois é assim, tanto no texto, como em quando construímos uma casa. Por hora o que fizemos nos serve, depois ampliações e reformas tornam-se necessárias.
3. O mais importante dessa comparação está no fato de os alunos compreenderem, aí está o papel do professor em ajudá-los a construir essa compreensão, quea construção de uma casa e de um texto envolve muito trabalho, “suor”, literalmente ou não, mas nem por isso diminui o grande prazer em ver o resultado desse labor: uma bela construção que abrigará uma família que pode até não ser a sua, isso não tem importância, ali está o resultado do esforço do pedreiro e de suas habilidades, e um belo texto que cumpra sua função social ao realizar satisfatoriamente o gênero a que se propôs.
Assim concluo meu relato e consdierações a esta que, assim como as outras, ganha um espaço privilegiado em minha experiência com esse programa que é parte de mim – GESTAR II. Que venha o TP 6 – LEITURA E PROCESSOS DE ESCRITA II.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
XIV SELL - ESTÃO ABERTAS AS INSCRIÇÕES
Não deixemos perder essas oportunidades, colegas.
Até lá.
Por Francisca Elizabeth dos Santos Alves, Presidente Médici.
segunda-feira, 27 de julho de 2009
PRALER É LANÇADO HOJE EM JI-PARANÁ
Bem vindo ao PRALER. Que ele nos fortaleça no GESTAR.
POR FRANCISCA ELIZABETH DOS SANTOS ALVES, FORMADORA DO GESTAR LÍNGUA PORTUGUESA - PRESIDENTE MÉDICI, RO.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
TEXTO DE UM MEMORIAL DE CURSISTA - SOBRE ESTILÍSTICA
O que as palavras querem dizer? Pode ser muito ou nada. Por exemplo, nada pode ser água, peixe ou até Thiago Pereira.
A palavra muito pode ser exagero mas também tem hora que é pouco. Hora pode ser pressa. Pressa é agitação. Já agitação pode ser festa, alegria e até confusão. Livro é fantasia, conhecimento. Luz é claridade. Já noite pode ser escuro, sono e até atenção. A palavra tempo pode ser saudade. Já saudade pode ser lembrança ou querer novamente. A palavra azul pode ser céu e mar. Segunda-feira é trabalho. Já sexta-feira é casa e amigos. Aliás, a palavra amigo é carinho. Já a palavra casa é amor, aconchego, família e Carlos Henrique. A palavra Carlos Henrique é vida e isso nem precisa de explicação.
Realmente. Toda palavra tem a cara de seu significado. Aliás, do nosso significado.
Ana Paula (Coordenadora Pedagógica).
sexta-feira, 17 de julho de 2009
NONA OFICINA REALIZADA EM PRESIDENTE MÉDICI - segunda e quinta (13 e 16 de julho)
As turmas são mistas no que se refere aos profissionais: pedagogos e professores de Língua Portuguesa, além de dois matemáticos. E como era de se esperar, a reação para com os conteúdos relacionados à estilística foi diferente da reação aos conceitos dos outros TPs. Os da área receberam com naturalidade, uma das cursistas apenas considerou o fato de esses temas estarem já presentes em séries do ensino fundamental como uma novidade, mas soube reconhecer a importância disso; os das outras áreas, no entanto, ufa!! Léxico, prosodemas, morfemas, metonímias, metáforas, assonâncias, aliterações, sintaxe, discurso indireto livre ... acompanharão os sonhos deles pelo um bom tempo. É interessante percebê-los em suas reações diante do tratamento dado a esses conteúdos. De uma certa forma, serve como parâmetro para analisarmos a reação de alunos em situações semelhantes. O estranhamento não se configura como algo negativo, é de fato, um “transtorno positivo” para a compreensão desses recursos disponíveis na língua. A constatação de que os artistas da palavra, escritores-poetas, utilizam racionalmente a língua para compor seus objetos artísticos, meche bastante com os leitores/expectadores. Ao perderem a “ingenuidade” de que o artista não é movido somente, ou quase nunca pela “inspiração”, mas sim por um articulado processo de trabalho com a palavra, desnuda o olhar inocente desse leitor e o fragiliza temporariamente, mas só temporariamente. Logo mais, se bem conduzido, essa descoberta o fortalecerá e o ajudará a tornar-se um leitor mais capaz de realmente usufruir da qualidade que tais leituras proporcionam.
Vale lembrar que essa abordagem foi feita pelo Gestar I nos Cadernos 4: Textos Narrativos Ficionais; 6: Texto Poético e o 7: Literatura Infantil. O tema também já foi tratado no TP 2 do Gestar II. Lembro-me das reações dos professores das séries iniciais diante do desdobramento desses assuntos, da “desacomodação” frente ao texto poético e do quanto aprenderam com isso. Muitos alunos já mostram reflexo do trabalho realizado com esses textos por professores que construíram essa consciência do texto literário. É possível encontrar crianças muito pequenas falando e desenvolvendo atividades sobre tipos de narrador e o papel destes para a Narrativa Ficciconal de forma muito natural e proveitosa. Suas produções também melhoraram e esses pequenos leitores certamente serão melhores leitores no futuro do que provavelemente nós somos hoje. A poesia começa a ganhar o espaço que merece no repertório leitor de nossos pequenos, e esse trabalho precisa continuar. Por isso, contamos agora com nossos professores do segundo segmento do ensino fundamental e ensino médio para dar continuidade a esse processo.
A unidade 17 mexeu, mobilizou, fertilizou e aguardamos os frutos. Num bom estilo, “Assim seja”, na verdade, um pouco batido, mas “deixa estar”.
Por Francisca Elizabeth dos Santos Alves, Formadora de Língua Portuguesa.
terça-feira, 30 de junho de 2009
ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NA OFICINA 8 - TP4
· As atividades de LEITURA visam desenvolver as capacidades de:
- esquematizar o texto;
- reorganizar (buscando a coerência) o texto;
- identificar incoerências no texto lido;
- dar títulos (buscando a unidade temática) a partes do texto;
- identificar as ideias principais do texto.
OBSERVAÇÃO: os aspectos listados acima servirão como referências para a autoavaliação no final da atividade.
· As atividade de PRODUÇÃO visam desenvolver as capacidades de:
- ler para produzir;
- fazer inferências sobre as dimensões sociocomunicativas do texto lido como referência ao texto que será produzido;
- planejar levando em consideração a proposta apresentada pela professora, as dimensões sociocomunicativas do texto lido e do que será produzido;
- produzir texto buscando garantir:
1. As características do gênero proposto;
3. Os aspectos ortográficos adequados ao texto que está sendo produzido;
6. O atendimento à proposta de produção;
8. As concordâncias verbal e nominal;
9. Os recursos lingüísticos e expressivos próprios do gênero (linguagem verbal e não verbal, disposição das palavras, imagens, tipos de letras, etc.)
OBSERVAÇÃO: os aspectos listados acima servirão como referências para a revisão do texto produzido e a autoavaliação ao final da atividade.
GRUPO 1 ou ATIVIDADE 1– construir o ESQUEMA do fascículo no qual o texto está inserido.
Páginas
Possível Esquema
CURRÍCULO, CONHECIMENTO E CULTURA
Breve Introdução
1. Os estudos de currículo: desenvolvimento e preocupações;
2. Esclarecendo o que entendemos por conhecimento escolar;
3. Cultura, diversidade cultural e currículo;
4. Princípios para a construção de currículos multiculturalmente orientados
4.1- A necessidade de uma nova postura;
4.2- O currículo com um espaço em que se reescreve o conhecimento escolar;
4.3- O currículo como um espaço em que se explicita a ancoragem social dos conteúdos;
4.4- O currículo como espaço de reconhecimento de nossas identidades culturais;
4.5- O currículo como espaço de questionamento de nossas representações sobre os outros;
4.6- O currículo como espaço de crítica cultural;
4.7- O currículo como um espaço de desenvolvimento de pesquisas.
Referências bibliográficas (duas páginas e meia)
Sugestões de filmes
Sugestões de leituras
A necessidade de uma nova postura
1. O professor “daltônico cultural” é aquele que não valoriza o “arco-iris de culturas” que encontra nas salas de aulas e com que precisa trabalhar, não tirando, portanto, proveito da riqueza que marca esse panorama.
2. O daltonismo é tão intenso que chega a impedir que a professora reconheça a presença da diversidade (e de suas conseqüências) na escola.
3. “Lamento, mas aqui você não terá material para seu estudo.
4. O daltonismo cultural a que nos referimos expressa-se, por exemplo, na visão da professora de uma escola normal que desencoraja uma pesquisadora interessada em compreender o tratamento dado, na escola, a questões referentes a racismo na formação docente.
5. Elaborar currículos culturalmente orientados demanda uma nova postura, por parte da comunidade escolar, de abertura às distintas manifestações culturais.
6. Não temos problema nenhum de racismo aqui.
7. Faz-se indispensável superar o “daltonismo cultural”, ainda bastante presente nas escolas.
8. É aquele que vê todos os estudantes como idênticos, não levando em conta a necessidade de estabelecer diferenças nas atividades pedagógicas que promove.
9. Eu, por exemplo, ao entrar em sala, trato todos os meus alunos como se fossem brancos.”
Texto original
A necessidade de uma nova postura
Elaborar currículos culturalmente orientados demanda uma nova postura, por parte da comunidade escolar, de abertura às distintas manifestações culturais. Faz-se indispensável superar o “daltonismo cultural”, ainda bastante presente nas escolas. O professor “daltônico cultural” é aquele que não valoriza o “arco-iris de culturas” que encontra nas salas de aulas e com que precisa trabalhar, não tirando, portanto, proveito da riqueza que marca esse panorama. É aquele que vê todos os estudantes como idênticos, não levando em conta a necessidade de estabelecer diferenças nas atividades pedagógicas que promove.
O daltonismo cultural a que nos referimos expressa-se, por exemplo, na visão da professora de uma escola normal que desencoraja uma pesquisadora interessada em compreender o tratamento dado, na escola, a questões referentes a racismo na formação docente. “Lamento, mas aqui você não terá material para seu estudo. Não temos problema nenhum de racismo aqui. Eu, por exemplo, ao entrar em sala, trato todos os meus alunos como se fossem brancos.” O daltonismo é tão intenso que chega a impedir que a professora reconheça a presença da diversidade (e de suas conseqüências) na escola.
GRUPO 3 OU ATIVIDADE 3 – Identificar as INCOERÊNCIAS do texto
A necessidade de uma nova postura – para sempre
Elaborar currículos culturalmente orientados por psicanalistas demanda uma nova postura, por parte da comunidade escolar, de abertura às distintas manifestações culturais. Faz-se indispensável superar o “daltonismo cultural”, ainda bastante presente nas escolas do passado. O professor “daltônico cultural” é aquele que não valoriza o “arco-iris de culturas” que encontra nas salas de aulas e com que precisa trabalhar, não tirando, portanto, proveito da riqueza que marca esse panorama. É aquele que vê todos os estudantes como idênticos e iguais, não levando em conta a necessidade de estabelecer diferenças nas atividades pedagógicas que promove com os pacientes.
O daltonismo cultural a que nos referimos expressa-se, por exemplo, na visão da professora de uma escola normal que desencoraja uma pesquisadora interessada, em compreender o tratamento dado, na escola, a questões referentes a racismo na formação docente. “Lamento, mas aqui você não terá material para seu estudo. Não temos problema nenhum de racismo aqui. Eu, por exemplo, ao entrar em sala, trato todos os meus alunos como se fossem brancos.” O daltonismo é tão intenso em primeiro lugar buscamos sensibilizar, que chega a impedir que a professora reconheça a presença da diversidade (e de suas conseqüências) na escola.
Expressões impertinentes
1. para sempre
2. por psicanalistas
3. do passado
4. e iguais
5. com os pacientes
6. em primeiro lugar buscamos sensibilizar
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Elaborar currículos culturalmente orientados demanda uma nova postura, por parte da comunidade escolar, de abertura às distintas manifestações culturais. Faz-se indispensável superar o “daltonismo cultural”, ainda bastante presente nas escolas.
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O professor “daltônico cultural” é aquele que não valoriza o “arco-iris de culturas” que encontra nas salas de aulas e com que precisa trabalhar, não tirando, portanto, proveito da riqueza que marca esse panorama. É aquele que vê todos os estudantes como idênticos, não levando em conta a necessidade de estabelecer diferenças nas atividades pedagógicas que promove.
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O daltonismo cultural a que nos referimos expressa-se, por exemplo, na visão da professora de uma escola normal que desencoraja uma pesquisadora interessada em compreender o tratamento dado, na escola, a questões referentes a racismo na formação docente. “Lamento, mas aqui você não terá material para seu estudo. Não temos problema nenhum de racismo aqui. Eu, por exemplo, ao entrar em sala, trato todos os meus alunos como se fossem brancos.” O daltonismo é tão intenso que chega a impedir que a professora reconheça a presença da diversidade (e de suas conseqüências) na escola.
Agora leia o texto como um todo e deem um título geral.
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A necessidade de uma nova postura
Elaborar currículos culturalmente orientados demanda uma nova postura, por parte da comunidade escolar, de abertura às distintas manifestações culturais. Faz-se indispensável superar o “daltonismo cultural”, ainda bastante presente nas escolas. O professor “daltônico cultural” é aquele que não valoriza o “arco-iris de culturas” que encontra nas salas de aulas e com que precisa trabalhar, não tirando, portanto, proveito da riqueza que marca esse panorama. É aquele que vê todos os estudantes como idênticos, não levando em conta a necessidade de estabelecer diferenças nas atividades pedagógicas que promove.
O daltonismo cultural a que nos referimos expressa-se, por exemplo, na visão da professora de uma escola normal que desencoraja uma pesquisadora interessada em compreender o tratamento dado, na escola, a questões referentes a racismo na formação docente. “Lamento, mas aqui você não terá material para seu estudo. Não temos problema nenhum de racismo aqui. Eu, por exemplo, ao entrar em sala, trato todos os meus alunos como se fossem brancos.” O daltonismo é tão intenso que chega a impedir que a professora reconheça a presença da diversidade (e de suas conseqüências) na escola.
Em casos como esse, pode ser útil, em um primeiro momento, buscarmos sensibilizar o corpo docente para a pluralidade e a diversidade. Como fazê-lo? Que estratégias empregar nessa tarefa, para que se possa ter a maior adesão possível dos que ainda não perceberam a importância de tais aspectos?
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PROPOSTA DE PRODUÇÃO
Escolham uma das profissões mostradas nas imagens anteriores que achem legal e escrevam uma carta a um profissional explicando que:
1. Querem saber mais sobre a profissão;
2. Por que querem saber;
3. O que acham legal nessa profissão;
4. O que se faz durante um dia de trabalho;
5. Como precisa se preparar.
PLANEJAMENTO
1. CONSCIÊNCIA DA AUDIÊNCIA (Interlocutores)
LEITOR: distante. Trabalhador de uma determinada profissão almejada.
AUTOR: alguém (adolescente) interessado na profissão desse profissional.
2. RELEVÂNCIA DO CONTEÚDO (assunto)
Solicitação de informações.
3. SEQUÊNCIA DA INFORMAÇÃO: (organização do texto)
Local/data, destinatário, saudação, solicitação das informações (corpo do texto), despedida, remetente.
4. NÍVEL DE FORMALIDADE (linguagem)
Formal.
5. FUNÇÃO DA COMUNICAÇÃO (finalidade/intenção)
Referencial, solicitando informações.
6. CONVENÇÃO / FORMATO DO DOCUMENTO (gênero/portador)
Epistolar (carta) / papel comum (folha de caderno)
Presidente Médici - RO, 25 de junho de 2009.
Senhor Adriano
Estou cursando o ensino médio e chegou o momento de escolher uma profissão a seguir e por ser um grande admirador de sua profissão e já ter lido e assistido reportagens sobre o senhor, resolvi lhe escrever, pois desejo ser cientista. Para isto, gostaria de saber mais sobre esta profissão.
O que um cientista faz? Quais os campos de atuação? Sei que vocês fazem muitas descobertas e é isso o que acho legal, e também a possibilidade de fazer algo grandioso pela humanidade. Porém, sei que a profissão exige muito trabalho e estudo, dedicação e pesquisa, então gostaria que o senhor me dissesse como é o seu dia de trabalho para que eu saiba o que fazer.
Quero saber também quais os cursos preciso fazer para me tornar um cientista. Sei que o senhor é muito ocupado, mas sei que sanará minhas dúvidas.
Certo de contar com seu apoio aguardo ancioso sua resposta.
Atenciosamente
João Pedro, aluno do 2º ano do Ensino Médio da Escola Presidente Médici.
PROFESSORAS: Josiane e Claudenice
PROPOSTA DE PRODUÇÃO
Produzam um texto publicitário utilizando as figuras apresentadas anteriormente e se baseando no planejamento seguinte.
PLANEJAMENTO
1. CONSCIÊNCIA DA AUDIÊNCIA (Interlocutores)
LEITOR: distante. Empresários de diversos ramos.
AUTOR: publicitário a serviço de uma Fundação Estadunidense que trabalha com crianças que vivem em bairros de periferia.
2. RELEVÂNCIA DO CONTEÚDO (assunto)
Informações voltadas, sobretudo, para os empresários virem a ser parceiros nesse trabalho com essas crianças.
3. SEQUÊNCIA DA INFORMAÇÃO: (organização do texto)
Chamada, apresentação, slogan, logotipo.
4. NÍVEL DE FORMALIDADE (linguagem)
Depende da estratégia a ser utilizada, mas pode ser a formal, embora com um certo tom de leveza para a sensibilização dos leitores.
5. FUNÇÃO DA COMUNICAÇÃO (finalidade/intenção)
Persuadir, sensibilizar, convencer.
6. CONVENÇÃO / FORMATO DO DOCUMENTO (gênero/portador)
Anúncio / revistas.
LEMBREM-SE:
1. O texto publicitário é criado com o objetivo de convencer, induzir o leitor, o telespectador ou o ouvinte ao consumo de um produto, serviço, ou sensibilizá-lo para determinada ação;
2. Podemos resumir a comunicação persuasiva da propaganda por meio da seguinte fórmula:
ATENÇÃO + INTERESSE + DESEJO + AÇÃO
3. Para atrair a atenção, o produtor do texto pode apelar ao HUMOR, À CURIOSIDADE, À REPETIÇÃO, a temas da ATUALIDADE, a PESSOAS BEM CONHECIDAS do público em geral, à INTENSIDADE, ao CONTRASTE, à QUEBRA DE EXPECTATIVAS, enfim, a elementos do mundo pessoal e afetivo do destinatário da propaganda. São as ESTRATÉGIAS PUBLICITÁRIAS.
4. Com a finalidade de despertar o interesse, deve motivar o destinatário, qualificando muito bem o serviço, o produto, a ideia que quer “vender”.
PROFESSORAS: Meninas do GESTAR de Alvorada
Atividade de leitura - esquema
Meninas do GESTAR de Alvorada produzindo o texto publicitário
Professores Bosco, Cleide e Manjori realizando atividade de leitura
Professoras Josiane e Claudenice apresentado o texto epistolar
Atividades dos alunos das Professoras Pollyane e Aldina, Escola Paulo Freire



